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MUXIMA ACOLHE O PAPA E OS ESCUTEIROS RESPONDEM COM SERVIÇO, FÉ E CORAÇÃO

TEXTO – Alexandre Cose | Leão Manso

O Santuário de Nossa Senhora da Conceição da Muxima viveu, neste domingo, um daqueles momentos que ficam gravados para sempre na memória da Igreja e do país. A chegada de Sua Santidade o Papa Leão XIV foi recebida por uma verdadeira multidão de fiéis — um “banho de povo” marcado pela alegria, pela emoção e por uma fé profundamente viva.

No meio desta moldura humana impressionante, os escuteiros católicos estiveram presentes, mais uma vez, como força discreta, organizada e essencial no acolhimento dos peregrinos.

Antes do início da recitação do Santo Terço, o Bispo da Diocese de Viana, Dom Emílio Sumbelelo, dirigiu palavras de acolhimento ao Santo Padre, num tom profundamente espiritual e próximo do coração do povo. Falou da alegria imensa de receber o Papa e recordou que todos ali presentes — jovens, movimentos, famílias — se reuniam como Igreja viva, para saudar “o pai e pastor” que traz no seu coração todo o povo de Deus.

Mas foi quando falou da Muxima que tocou mais fundo.

Explicou que “Muxima” significa coração, na língua quimbundo. Por isso, Nossa Senhora ali venerada é chamada carinhosamente de Mamã Muxima — a Mãe do Coração, a Mãe da Esperança dos angolanos.

E quem já foi à Muxima sabe que isto não é apenas uma explicação. É uma experiência.

Ali, as pessoas não rezam apenas fórmulas.
Conversam.
Desabafam.
Confiam.

Como foi recordado, há muito tempo os peregrinos percorriam dias inteiros a pé para chegar ao santuário. E até aqueles que não podiam ir, enviavam cartas com os seus pedidos, acreditando que seriam ouvidos pela Mãe.

É essa fé simples, profunda e verdadeira que o Papa encontrou.

E é essa mesma fé que os escuteiros ajudam a proteger e a organizar.

Num espaço com milhares de pessoas, emoções fortes e grande movimento, os escuteiros estiveram atentos a cada detalhe: orientar, ajudar, acolher, manter a ordem, cuidar dos mais frágeis. Tudo isto sem protagonismo, mas com espírito de missão.

Porque servir na Muxima não é apenas organizar multidões.
É ajudar pessoas a encontrar Deus.

Dom Emílio disse ao Papa:
“Estes filhos e filhas de Nossa Senhora da Muxima querem testemunhar aqui a sua fidelidade e amor ao Papa e à Igreja.”

E essa fidelidade viu-se também no terreno.

Viu-se nos escuteiros que deixaram o conforto de casa para estar ali.
Nos que chegaram cedo e ficaram até ao fim.
Nos que, mesmo cansados, continuaram disponíveis.

A presença do Papa na Muxima foi também um momento histórico para o próprio santuário, que está em transformação, com a construção da futura Basílica — um sinal de que aquele espaço continuará a crescer como centro de fé, peregrinação e esperança.

Mas, no essencial, nada muda.

A Muxima continuará a ser lugar de encontro.
Lugar de lágrimas e de consolo.
Lugar onde o coração fala com Deus.

E os escuteiros continuarão a estar lá.

Firmes.
Presentes.
Disponíveis.

Porque, no meio de multidões, de eventos e de grandes momentos, a missão continua a mesma:

Servir com o coração.
Sempre Alerta para Servir.

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