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DOM BELMIRO DESTACA PRONTIDÃO DA IGREJA E VALORIZA PAPEL DOS ESCUTEIROS NA RECEPÇÃO AO PAPA LEÃO XIV

TEXTO – Alexandre Cose | Leão Manso


A poucos dias da chegada de Sua Santidade o Papa Leão XIV a Angola, o Coordenador-Geral da Comissão da CEAST encarregue de preparar o acolhimento ao Santo Padre, Sua Excelência Reverendíssima Dom Belmiro Chissengueti, apresentou, durante a conferência de imprensa realizada em Luanda, um panorama geral do estado de preparação da visita apostólica, sublinhando a importância espiritual, organizativa e nacional deste momento. Na sua intervenção, Dom Belmiro explicou o programa central da visita, deu a conhecer o avanço das obras e dos preparativos nos vários locais celebrativos e valorizou o grande esforço conjunto que está a ser feito entre a Igreja, o Estado e os vários grupos de apoio, entre os quais se destacam os Escuteiros Católicos de Angola.

Segundo Dom Belmiro, depois da missa campal no Kilamba, o Papa seguirá para o Santuário da Muxima, onde deverá chegar às 16h30 para a oração do terço com os peregrinos.

Entretanto, a Muxima já estará em clima de peregrinação desde Sábado, com acolhimento contínuo dos fiéis e celebrações sucessivas até à chegada do Santo Padre.

No dia seguinte, Segunda-feira, o Papa deslocar-se-á a Saurimo, na província da Lunda-Sul, onde está prevista uma visita a um lar da terceira idade, por volta das 9h30, seguida da grande celebração eucarística às 11h15. Depois desse momento, regressará a Luanda para o encontro marcado para as 17 horas na paróquia de Nossa Senhora de Fátima, ex – São Domingos. A partida do Santo Padre está prevista para terça-feira, dia 21, numa cerimónia que deverá começar às 8h45 e terminar por volta das 9h15, altura em que seguirá para a Guiné Equatorial, última etapa desta viagem apostólica por África.

Ao fazer o ponto de situação das condições materiais da visita, Dom Belmiro referiu que os aspectos infra-estruturais dos lugares celebrativos estão em fase de conclusão. No campo do Kilamba, adjacente às obras do hospital local, os palcos encontram-se praticamente terminados, restando apenas pequenos detalhes que deverão ficar resolvidos nos próximos dias.

Na Muxima, as transformações são visíveis e profundas. O prelado observou que quem não passa por aquele local há vários meses encontrará uma realidade muito diferente, marcada por obras significativas que continuarão a melhorar o Santuário e prepará-lo para o futuro sustentável. Para Dom Belmiro, a Muxima é um dos pontos mais importantes desta visita, não apenas pela sua força espiritual, mas também pelo que poderá representar, em termos de turismo religioso, dinamização económica e visibilidade internacional da localidade.

A presença do Papa naquele espaço, no entender do prelado confere-lhe um significado ainda maior, projectando-o para a imprensa mundial como um lugar de peregrinação, espiritualidade e acolhimento.

Também em Saurimo, segundo o Coordenador-Geral da Comissão da CEAST, as obras estão muito avançadas. As imagens mais recentes revelam um cenário muito encorajador, tanto no local da celebração como no lar da terceira idade, que foi profundamente renovado para acolher este momento. Dom Belmiro adiantou ainda que outros espaços, como a Sagrada Família e o Paço Episcopal, também receberam intervenções significativas, compondo um quadro geral de grande empenho e dedicação.

No plano litúrgico e organizativo, o prelado explicou que as celebrações estão preparadas, os grupos de animação já se encontram mobilizados e as equipas de acolhimento estão praticamente prontas. Haverá grupos preparados para cantar e animar a chegada do Santo Padre no aeroporto, bem como nos diferentes pontos de Luanda, na Muxima e em Saurimo. Prossegue igualmente o trabalho de credenciamento e distribuição de convites, num processo complexo, mas que deverá estar concluído até ao dia das celebrações.

Dom Belmiro fez questão de destacar o envolvimento directo do Chefe de Estado angolano, bem como o trabalho intenso das várias comissões governamentais, que têm afinado a máquina organizativa para que a visita decorra com elevado nível de coordenação. Saudou também o papel dos órgãos de comunicação social, das rádios, televisões, páginas digitais e plataformas de internet, que têm ajudado a dar visibilidade constante à visita do Papa. A esse propósito, sublinhou que se tem feito um trabalho notável de divulgação, que merece reconhecimento da Igreja.

No domínio da saúde, o coordenador da comissão da CEAST valorizou o trabalho conjunto com o Ministério da Saúde e a comissão eclesial da saúde, que mobilizou um grande número de voluntários para garantir atendimento rápido e eficaz em situações ligeiras ou graves, nos locais de celebração. O mesmo reconhecimento foi dirigido à comissão dos transportes, que tem ajudado na deslocação de numerosos peregrinos vindos de várias partes do país.

Entre as notas mais significativas da sua intervenção, Dom Belmiro destacou o contributo da Polícia Nacional, do serviço de segurança presidencial e, de forma muito especial, dos mais de 11 mil Escuteiros Católicos de Angola, que estarão mobilizados neste grande serviço de acolhimento, protecção, orientação e apoio aos peregrinos. Ao associar os escuteiros a esta missão, o prelado reconheceu o papel concreto que a juventude católica organizada desempenhará na ordem, na disciplina e no espírito de serviço ao longo de toda a visita.

Para os Escuteiros Católicos de Angola, esta referência pública feita por Dom Belmiro representa um reconhecimento claro da importância da sua participação neste momento histórico. A presença escutista não será apenas numérica, mas sobretudo funcional e simbólica: os escuteiros estarão no terreno para servir, acolher, organizar, orientar e ajudar a garantir que a festa da fé decorra num ambiente de segurança, serenidade e fraternidade. A intervenção de Dom Belmiro deixou, assim, uma mensagem de confiança: a Igreja está preparada, o país está mobilizado e os escuteiros ocupam um lugar importante nesta grande corrente de serviço que se está a formar para receber o Papa Leão XIV em Angola.

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