
Com mais de 420 jovens inscritos e a participação confirmada de 11 sacerdotes e 5 religiosas, o ADRO 2026 entra na sua fase decisiva de preparação, mobilizando a Coordenação Nacional da Associação dos Escuteiros Católicos de Angola para reforçar a organização, a logística e o envolvimento activo de todos os dirigentes nesta grande actividade nacional de fé, serviço e fraternidade.
Luanda, 20 de Janeiro de 2026 – A Coordenação Nacional da Associação dos Escuteiros Católicos de Angola (AECA) avaliou, em reunião de trabalho realizada esta terça-feira, 20 de Janeiro, o ponto de situação dos preparativos do ADRO 2026.
Sublinhando a importância do envolvimento activo de toda a estrutura nacional para o sucesso desta actividade de dimensão nacional, o Coordenador Nacional da AECA, Gilberto Lopes, apelou à participação efectiva de todos os dirigentes, frisando que o ADRO exige disciplina, colaboração e espírito de serviço, por se tratar de uma experiência nova no contexto nacional do escutismo católico.
Segundo o balanço apresentado, o ADRO, cuja realização está prevista para dentro de 24 dias, nas instalações do Colégio São José de Cluny, em Luanda, conta já com mais de 420 jovens inscritos, provenientes de várias dioceses do país, o que confirma a forte mobilização em torno desta iniciativa.

A Coordenadora do ADRO, chefe Arieth Van-Dúnem, informou que está igualmente confirmada a presença de 11 sacerdotes e 5 religiosas, o que vem reforçar o carácter espiritual, formativo e pastoral do encontro. As inscrições continuam em curso, estando a equipa organizadora a proceder à normalização do processo, após alguns constrangimentos técnicos iniciais relacionados com acessos repetidos à plataforma digital.
No domínio logístico, a organização encontra-se numa fase avançada. A alimentação está já devidamente assegurada e decorre o planeamento do material necessário às diversas actividades previstas. As equipas de trabalho estão igualmente empenhadas na preparação das acções de benfeitoria, que integrarão o programa do ADRO, bem como na articulação com entidades externas de apoio.
A Coordenação Nacional reiterou que o ADRO constitui uma actividade nacional estruturante, pelo que não pode ser encarada de forma passiva. Foi deixado um apelo claro para que os membros da coordenação assumam um papel activo, apoiando permanentemente a equipa responsável e contribuindo para o êxito colectivo do evento.
“O ADRO é uma actividade nacional. Todos somos chamados a ajudar, aprender e servir.”
Alexandre Cose | Leão Manso


